1.15.2006

Ódios velhos

Naquele tempo ...o Cavaco queria controlar e reduzir o orçamento da Presidência da República...lembram-se?



O boneco é de Rui Pimentel/Visão 1994

1.14.2006

Oa amigos...

"É na prisão e no hospital que se conhecem os amigos"

Mário Soares, além de visitar Abílio Curto na prisão, e Bettino Craxi no exílio na Tunísia (em fuga à justiça italiana), teve a coragem de visitar Yasser Arafat, debaixo de bombardeamentos, quando em plena primeira guerra do Golfo, resistia no seu bunquer no Libano.

Os observadores são: George Bush (pai), John Major, Shamir, Mubarak e Faisal.

A pomba da paz é Mário Soares, o bigodes é Saddam Hussein e Yasser Arafat.

O boneco é de Rui Pimentel/O Jornal 1991

1.13.2006

No tempo do Cavaco

...também ardiam as matas no Verão.
Lembram-se deste cromo?


Era Carlos Borrego, Min. do Ambiente.
Acabou corrido do governo por contar "anedotas sobre os alentejanos" hemodialisados que faleceram vitimas do excesso de alumínio na hemodialise do Hospital de Évora.


Os bonecos são de Rui Pimentel/O Jornal/Visão/1991/93

Procurador Geral da República

Souto de Moura voltou ao jogo do aeroplano.


O boneco é de Augusto Cid/GR 2005

1.12.2006

Viagens

Soares era conhecido por ser um Presidente que vajava muito,por conta do erário público.
No Japão já era conhecido por: Táká Tálá.


Cavaco era mais caseiro.
Um dia foi a Salzburgo, a um festival de música. Nunca se ficou a saber quem pagou a viagem.

Os bonecos são de Rui Pimentel/Visão 1993


No tempo do Cavaco

Naquele tempo... o controle de gastos, e os concursos para aquisição de serviços, era rigoroso.
Às vezes sucedia que, dada a pressa de inaugurar, apareciam uns penetras que faziam uns servicinhos bem pagos, e depois fugiam para o estrangeiro para não comprometer a família.


Cleóptra Beleza preferiu o suicídio à responsabilidade, fazendo-se picar pela serpente Zé Zé.
Júlio César da Silva ficou desconsolado com a sua perda.

1.11.2006

No tempo do Cavaco

Naquele tempo...também havia "projectos faraónicos" ou melhor dizendo "obras de regime" como o Centro Cultural de Belém, e que foi anunciado com pompa e circunstância.
Orçamento: 5 Milhões de contos.
De corte de módulo em corte de módulo, para poupar uns contitos, lá chegou o dia da inauguração, só que a derrapagem não foi pequena.
Custo final: 20 Milhões de contos.
Os bonecos são de Rui Pimentel/O Jornal/Visão 1991 e 1993

Mais do mesmo

Troque o José Eduardo Moniz por Pinto Balsemão e veja como a história se repete.


O boneco é de Rui Pimentel/O Jornal 1991

O macacão

...também conhecido por "o grande macaco de Buliqueime"


O boneco é de Augusto Cid/Grande Reportagem 2005

1.10.2006

Mulheres Alteradas by Maitena

Grandes invenções para uma vida pequena




1.09.2006

Benfica - Liverpool


Ainda há bilhetes para o Benfica - Liverpool.
Basta dirigir-se ao fundo da Calçada da Ajuda que este senhor ainda tem muitos para vender.
Logo que se soube da notícia, uma verdadeira multidão formou uma enorme fila para adquirir tão desejado papelinho, que dá ingresso ao estádio do Glorioso.
Não perca tempo.
Todos à Calçada da Ajuda.
O boneco é de António/Expresso 1999

No tempo do Cavaco

Até os nossos porcos foram proibidos de exportar para a Europa.

Coitadinhos dos porcos...só porque eram mais feios que os europeus.

O boneco é de Rui Pimentel/Visão 1993


No tempo do Cavaco

Naquele tempo o povo vivia feliz, excepto as vacas...porque eram loucas.


O Arlindo Cunha e o Cavaco sempre o negaram. O Soares é que tinha uma grande pachorra.

O boneco é de Rui Pimentel/Visão 1993


1.08.2006

Esto post é dedicado ao meu amigo Jerico, fornecedor de palha ao Jumento (Link) a propósito do coice dado a Pinto Balsemão, e desejando-lhe que neste novo ano novo nunca lhe doam os cascos.

O patriota

Se o dr. Balsemão não tivesse criado há cinco anos em Carnaxide uma estação transformadora de telelixo, milhões ds portugueses, fartos dos bons programas da antiga RTP, veriam agora as rasquices da televisão espanhola. Estariam ainda mais dependentes do estrangeiro. Dariam ainda mais motivos a quem se atormenta ou se regozija com a crescente influência da Espanha sobre Portugal. O presidente da SIC fornece aos teleespectadores portugueses os produtos abjectos de que eles necessitam. Está para a televisão como o sr. Jacques Rodrigues esteve para a imprensa. Mas, num país onde quase tudo se comercializa com manuais em línguas bárbaras, ele é um patriota: transmite telelixo em português. Terá má gramática e pior léxico. Os consumidores, contudo, entendem. Não querem outra coisa. O Rei D. Carlos queixava-se da «piolheira»; o dr. Balsemão, entretendo-a, explora-a: ganha dinheiro com ela - e ainda temos de lhe agradecer. Agradeçamos também no entanto, ao dr. Soares e ao prof. Cavaco: ao dr. Soares, porque foi o primeiro a lançar a ideia da adesão à CEE; e ao dr. Cavaco, porque, cumprindo os critérios liberalizadores de Bruxelas, criou condições para o advento da SIC. Vemos, assim, que a integração não causou só perda de soberania. Permitiu, com o dr. Balsemão e o dr. Rangel, o nascimento de uma ampla célula de resistência patriótica. Mais: como a RTP passou a copiar a SIC, não temos uma, temos duas estações de tratamento de telelixo que teimam em cativar audiências na língua portuguesa. Para levarem o patriotismo às últimas consequências, falta apenas aos resistentes de Carnaxide e da 5 de Outubro consumarem a dobragem de todos os filmes estrangeiros - decerto sobre a direcção do sr. Guilherme Leite e do Sr. Tozè Martinho. Vivemos numa Europa sem fronteiras, onde as grandes fronteiras são a televisão e os cinemas. Nos grandes e pequenos ecrãs da Espanha, Júlia Roberts fala castelhano; nos da França, francês; e assim sucessivamente, menos em Portugal, um dos raros países não-anglófilos onde ela se exprime no «americano» de origem. A SIC é dos quatro canais o que transmite, proporcionalmente, menos enlatados com legendas. Dando aos portugueses os produtos interessantíssimos que a maioria deles quer, e fornecendo-os quase todos no idioma de toda a gente, o canal dos drs. Balsemão e Rangel emerge como o mais patriótico. Quando nos «tiram tudo», quando até nos «tiram» o que nunca tivemos, é alguma coisa deixarem-nos a língua. Nem que só para lamber sabão.


Este texto publicado em 18 de Outubro de 1997 na revista do Expresso, valeu a João Carreira Bom, o despedimento.

O boneco é de António/Expresso 1997

Passeio matinal

O Dr. Mário Soares foi esta manhã fotografado a passear no jardim do Campo Grande.

O boneco é de António/Expresso 2005

1.07.2006

O beija mão

O Sr. Silva foi recebido com pompa e circunstância pelo Bokassa da Madeira.
O Sr Silva terá direito, desde já, a ser tratado por Sr. Professor Cavaco Silva.
O repasto será servido esta noite no Tecno Polo no Funchal.

O boneco é de António/Expresso 1997

Serviços distintos

O Sr. Jerónimo de Sousa acusou o Sr. Silva de ter negado uma pensão à viúva do Capitão Salgueiro Maia, Capitão de Abril.
Então estes senhores, que aguentaram o regime, por tantos e tão bons anos, e com tão boas referências, não estavam à frente?


O boneco é de Rui Pimentel/O Jornal 1992

Merecem a pena

Alguns visitantes acusam o Cartunes... de ser anti-Cavaquista.
Sugiro que leiam aqui e aqui.

O tapete vermelho

As sondagens publicadas hoje, levaram o Sr. Soares a estender a passadeira ao Sr. Silva.
Mas parece-me que aqui há marosca.


O boneco é de Luis Afonso/Público 31Dez2005

1.06.2006

Sapato velho

O senhor Silva não consegue descalçar os sapatos de 1º Ministro.


O boneco é de António/Expresso 1995